Vestuário de Sorocaba: Nova Convenção Coletiva de Trabalho garante direitos frente à reforma trabalhista

Escrito por: Redação STI Vestuário de Sorocaba

A nova Convenção Coletiva, negociada pelo Sindicato com apoio da categoria, garantiu – por mais um ano – que a reforma trabalhista não tenha impactos muito profundos para os trabalhadores e trabalhadoras no vestuário de Sorocaba e demais cidades da região. Todos os direitos contidos na Convenção Coletiva, como cesta básica de alimentos, carga horária, férias integrais, entre outros,  estarão garantidos até julho do próximo ano.

Fortalecer o Sindicato é a principal arma contra a destruição dos direitos trabalhistas

Sem o sindicato, não haverá direitos. Ele é o único instrumento capaz de garantir o respeito à negociação e à Convenção Coletiva de Trabalho, além de impedir avanços da reforma trabalhista. “Todos e todas têm a obrigação moral de contribuir com o financiamento da luta, afinal, nenhum trabalhador/a vai querer abrir mão dos reajustes, da cesta básica ou de algum outro direito garantido na Convenção do Sindicato”, ressaltou Proença.

Reajuste nos salários

No pagamento de julho, efetuado nesta semana, os pisos salariais dos trabalhadores e trabalhadoras no vestuário de Sorocaba e região estão reajustados em 4%, o que representa a reposição integral da inflação acumulada nos últimos 12 meses, que foi de 3,53%, acrescida de um aumento real de 0,47%.

Foto assembleia de fechamento campanha salarial 2018

 A contraproposta patronal foi aprovada pela categoria em assembleia realizada no dia 19 de julho e atende parte das reivindicações contidas na pauta da Campanha Salarial 2018. “A reposição integral da inflação e aumento real, representa um avanço diante da atual conjuntura econômica. Além disso, conseguimos manter todos os direitos da Convenção Coletiva, apesar da reforma trabalhista”, avaliou Paula Proença, presidenta da Sindicato.

 

Conquista do Sindicato: Gestantes e lactantes não poderão trabalhar em locais insalubres

Por meio da negociação coletiva, o Sindicato obteve outra grande vitória contra a reforma trabalhista: a garantia de que as mulheres grávidas ou que estejam amamentando sejam afastadas de locais insalubres.

 “A grande maioria da categoria é formada por mulheres. A reforma trabalhista é extremamente brutal ao permitir que grávidas e lactantes permaneçam em locais insalubres. Conquistamos na Convenção Coletiva o direito à integridade física das grávidas e de seus bebês”, comemora Márcia Viana, dirigente do Sindicato e Secretária Estadual da Mulher Trabalhadora da CUT no Estado de São Paulo.

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