Sindicalistas do Brasil, Argentina e México planejam ações para integrar trabalhadores de multinacionais

Plano de ação foi deliberado no terceiro e último encontro do Projeto “Ações Frente às Multinacionais na América Latina” que se encerra nesta quinta-feira, no México –

 

Por: Redação CNTRV –

Cidade do México – De 28 a 30 de novembro, sindicalistas brasileiros, mexicanos e argentinos, dos ramos vestuário, metalúrgico, químico e Construção Civil/Mobiliário, participaram do 3.º e último módulo de um curso de formação sindical que integra o Projeto “Ação Frente às Multinacionais na América Latina”, desenvolvido pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) em parceria com o Instituto Observatório Social (IOS), com o apoio da central sindical alemã DGB BW. Os módulos anteriores foram realizados em Buenos Aires e São Paulo.

O encontro, realizado na Cidade do México, definiu ações para o próximo período que possibilitam a criação e o fortalecimento das Redes de Trabalhadores das empresas que operam em diferentes países da América Latina. “Debatemos estratégias para o desenvolvimento da Rede de Trabalhadores da Vicunha Têxtil, empresa brasileira que mantém unidades fabris também na Argentina e Equador. A construção de um Jornal é uma das ações iniciais”, ressaltou Raimundo Gerônimo, presidente do Sindtêxtil/RN. Além da Vicunha, o Ramo Vestuário da CUT desenvolve projetos para o fortalecimento da Rede de Trabalhadores nas empresas Vulcabrás/Azaleia e Paquetá.

 

Solidariedade às mulheres atingidas pelo terremoto

Os participantes do curso realizaram uma visita a um acampamento de mulheres, cujas residências foram totalmente destruídas por um terremoto de magnitude 7.1 que atingiu a Cidade do México no dia 19 de setembro, deixando centenas de mortos, milhares de pessoas feridas e outros milhares de desabrigados. “Não poderíamos deixar de prestar nossa solidariedade para estas trabalhadoras que sofrem com o descaso do governo Mexicano frente à tragédia a qual atravessam. Levamos o apoio e a solidariedade de todo o Ramo Vestuário da CUT à luta das vítimas pela reconstrução de suas vidas”, conta Paula Proença, presidenta do Sindicato do Vestuário de Sorocaba.

Paula Proença, em visita ao Acampamento das desabrigadas do terremoto

 

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