Panfletagem nas principais estações de trem e terminais de ônibus do ABC ocorreu nesta quarta-feira, 26

Por: Redação STI Confecções ABC

Nesta quarta-feira, 26, dezenas de sindicalistas se dividiram pelas principais estações de trem e terminais de ônibus da região do ABC para panfletar e dialogar com os trabalhadores sobre a Greve Geral que promete parar o Brasil na sexta-feira, dia 28 de abril.

A panfletagem ocorreu um dia após a Câmara aprovar em comissão específica o texto para a Reforma Trabalhista, acolhendo um Projeto Substitutivo ao do Governo. O presidente da Câmara Rodrigo Maia (Democratas) sinalizou votação até quinta-feira, 27.

Para Cidinha Ferreira, presidenta do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Confecções do ABC, o substitutivo é ainda pior que a proposta original de Temer sobre Reforma Trabalhista. “Querem acabar com os direitos dos trabalhadores. Se a Reforma Trabalhista for aprovada pelo Congresso, não haverá limite de carga horária. As férias, folgas e feriados deixarão de ser remunerados e os trabalhadores receberão salários ainda menores que os atuais. Direitos como décimo-terceiro e outros também estão ameaçados”, denuncia a sindicalista que também participou da panfletagem ao lado da diretora Fabiana Nobre e dirigentes sindicais de outras entidades da região.

Greve Geral

A Greve Geral do dia 28 de abril, promete parar a região do ABC, a cidade de São Paulo e outras cidades da região metropolitana da capital paulista. A paralisação ocorrerá também nas demais capitais e principais cidade do país.

No ABC, o Sindicato do Condutores lançou Nota Pública explicando à população a importância da Greve e afirmando adesão dos motoristas e cobradores.

Ampliação da pauta

Originalmente a Greve Geral foi convocada contra a Reforma da Previdência. Em pouco mais de um mês após a decisão das Centrais Sindicais, o governo aprovou a terceirização e quarteirização generalizada e está tramitando a Reforma Trabalhista, o que significa a destruição total dos direitos trabalhistas. Vale lembrar que o presidente sem voto, Michel Temer, aprovou ainda a Lei do teto de gastos que congela em 20 anos os investimentos em saúde, educação, segurança pública e outras áreas públicas de extrema importância para os mais pobres.

 

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